Clique para voltar
à página principal
 
Nesta edição:
- Grupo E-jovem firma parceria com o Projeto Purpurina
- Comunistas lançam grupo de trabalho e preparam encontro GLBT 
- 11º edição da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo
- Gays fazem vigília em SP contra vinda do papa
- News: as últimas notícias GLTTBs do Brasil o do mundo
 
Grupo E-jovem firma parceria com o Projeto Purpurina

Às vésperas de seu segundo encontro - dia 05 de agosto - o Projeto Purpurina, projeto multicultural para jovens gays paulistanos organizado pela Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais, agora conta com o apoio integral do Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados.

"Foi uma aproximação de ambas as partes," comenta Deco Ribeiro, fundador do Grupo. "Desde o primeiro encontro do Projeto Purpurina, dia 1o. de julho, vários E-jovens de São Paulo se animaram com a idéia de frequentar um espaço onde pudessem trocar experiências, tirar dúvidas sobre sexualidades e fazer amigos. Quando a Edith me pediu ajuda na divulgação do Projeto, de imediato ofereci todo o nosso apoio.

Edith é Edith Modesto, fundadora da Associação, também chamada de GPH - Grupo de PAis de Homossexuais. "Nós agradecemos todo o apoio que o E-jovem puder nos dar e faremos o mesmo com o E-jovem. Eu admiro muito e há muito tempo o trabalho do Grupo," afirmou ela, ao firmar a parceria entre os dois grupos. 

Mesmo antes dessa parceria, o E-Sampa - Grupo E-jovem em São Paulo, já orientava seus membros a frequentarem o Projeto Purpurina todo mês. "Agora mais ainda!", afirma Dan Araújo, um dos coordenadores do E-Sampa. "A idéia é alternarmos os encontros do E-Sampa com os do Purpurina, pra que as datas nunca coincidam e os jovens paulistanos sempre tenham uma atividade a cada 15 dias pelo menos."

"Pelo menos os jovens poderão interagir nesses espaços sem preocupações e sem serem intimidados por seguranças, como acontece em vários encontros em shoppings da capital," diz Deco Ribeiro, citando os Shopings Santa Cruz e Tatuapé. 

Projeto Purpurina
Criado pelo GPH, Grupo de Pais de Homossexuais, ONG presidida pela escritora Edith Modesto (foto) que tem como objetivo aproximar pais de seus filhos gays, porém realizado pelo AGPH, Amigos do Grupo de Pais de Homossexuais, em parceria com a CADS, Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual, com o CR, Centro de Referência de São Paulo, e com a DECRADI, Delegacia de Crimes Raciais e Delitos da Intolerância, o Projeto Purpurina, como foi batizado, visa atingir a integração da população jovem gay paulistana, focando em adolescentes e jovens de 13 a 23 anos.

Os encontros, que ocorrerão sempre no primeiro domingo do mês, das 15hs às 19hs, acontecem na Rua Rodésia, 213. Neles, os jovens poderão conversar sobre assuntos de seu interesse com a participação de especialistas convidados, além de participar de programa descolados como programas musicais, passeios e filmes. No próximo encontro será exibido uma entrevista do programa Oprah com o ex-governador gay de New Jersey, comentada por Edith Modesto e pelo psicólogo Klecius Borges.

Os encontros têm transporte gratuito (sinalizada com o nome do projeto) desde o Metrô Vila Madalena até o local, às 15hs, 15h30 e 16hs, oferecida pela CADS. Chegando lá, os convidados e participantes receberão lanchinhos dos orgazinadores. 

Sala lotada na estréia do Purpurina 
O início do Projeto foi um sucesso. A estréia contou com a presença de 56 participantes, sendo que 42 deles eram jovens de 14 a 23 anos - o público alvo do projeto. "Infelizmente a casa foi pequena para a quantidade de pessoas, mas mesmo assim todos afirmaram terem gostado muito", relatou Edith Modesto.

Histórico
O GPH - Grupo de Pais de Homossexuais é uma ONG cujo objetivo básico é aproximar os pais de seus filhos homossexuais. 

No entanto, em seus quase 10 anos de existência, teve de se adaptar para trabalhar também com os(as) filhos(as) que nos procuram todas as semanas, interessados em saber como conversar com suas mães e seus pais, buscando apoio e solidariedade. 

Assim nasceu a idéia do Projeto Purpurina, com o apoio do GPH, mas entregue para a realização do AGPH - Amigos do Grupo de Pais de Homossexuais, cujos integrantes são nossos filhos e seus jovens amigos.

Público Alvo do Projeto Purpurina: Adolescentes e jovens (13 a 23 anos) gays e lésbicas (que se reúnem em Shoppings e na Alameda Itu, em São Paulo.) 

Local dos encontros: Rua Rodésia, 213 - Vila Madalena - São Paulo 

Quando: 05 de agosto de 2007, domingo, das 15 às 19 horas. 

Objetivos fundamentais: Aproximar os filhos homossexuais de seus pais 

Objetivos diretos e indiretos: Aumentar a auto-estima dos jovens GLBTTTs, tornando-os menos vulneráveis a perigos como o uso de drogas e a exposição às DSTs e Aids. 

Atividades que serão desenvolvidas nos encontros:

        - Fazer amigos (socialização) 

        - Conversar sobre assuntos do interesse dos jovens homossexuais (escolha deles), com a
        participação de especialistas convidados - oficinas 

        - Participar de atividades lúdicas: cinema, música, teatro, atrações em geral passeios
        (monitorados por coordenadores e facilitadores do AGPH) 

        - Distribuição de lanche para os participante e sorteio de brindes 

Responsabilidades 
        O Projeto Purpurina terá o apoio e a coordenação geral do GPH - Associação Brasileira de
        Pais e Mães de Homossexuais - e será desenvolvido pelo AGPH - Amigos do GPH sob a
        responsabilidade de seus coordenadores e facilitadores, capacitados pelo GPH. 

Apoio 
        CADS - Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual; CR - Centro de Referência de
        São Paulo - CADS; IPS – Instituto Papel Solidário; Conselho Tutelar da Sé; Grupo E-jovem de
        Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados

Patrocínio
        O Projeto Purpurina não tem nenhum tipo de ajuda externa e está sendo desenvolvido
        somente com doações de pais do GPH e filhos do AGPH. 

Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais (www.gph.org.br) 
CNPJ: 7 993 541/0001-11 
Edith Modesto - presidente 
www.gph.org.br 
maes-de-homos@uol.com.br 
(11) 3031 2106 



Comunistas lançam grupo de trabalho e preparam encontro GLBT 

Por André Cintra

O PCdoB vai ingressar, de forma organizada, no movimento GLBT. A Comissão Nacional de Movimentos Sociais, reunida no dia 9 de junho, em São Paulo (SP), formalizou a criação de um grupo de trabalho para tratar das questões relativas a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros. Também serão promovidos um seminário e um encontro nacional específicos nessa área.


Deco Ribeiro (com a camisa de Cuba), dirigentes comunistas 
e militantes GLBT após a reunião do dia 9 de junho

As deliberações ocorrem um dia antes de São Paulo abrigar sua 11ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trangêneros) - o maior evento do gênero no mundo. A organização da parada espera 3,5 milhões de participantes na Avenida Paulista, a partir das 12 horas deste domingo, sob o lema ''Por um Mundo sem Racismo, Machismo e Homofobia''. O carro número 11, da CUT, contará com a presença de dirigentes como a presidente do PCdoB-SP, Nádia Campeão, e seu vice, Nivaldo Santana.

''Os comunistas sempre foram protagonistas nas grandes frentes de massa, mas estavam atrasados nessa área GLBT'', diz Ricardo Abreu, o Alemão, secretário nacional de Movimentos Sociais do partido. ''Acredito que vamos superar isso rapidamente, em poucos anos. Nossos camaradas que militam nesse movimento são reconhecidos e nos dão boas perspectivas.''

Até hoje, a atuação do PCdoB entre GLBT dependeu, quase que exclusivamente, de iniciativas individuais. Essas adesões vêm de décadas, mas raramente encontrou núcleos específicos, tal como uma frente que foi formada por comunistas de Nova Iguaçu (RJ) nos anos 80. O estatuto partidário, no entanto, destaca a necessidade de atuar em movimentos ''de liberdade de orientação sexual''.

Despolitização
A situação e os desafios do movimento foram debatidos na reunião deste sábado, que teve a participação de militantes GLBT e dirigentes de cinco estados. A comissão concluiu que essa causa cresce e ganha visibilidade nacionalmente, mas sem eixo político nem organização unitária.

''O que nossos companheiros relataram é que o movimento é muito despolitizado e pulverizado. Isso dificulta o diálogo, a construção  de opiniões, a unidade de pauta e ações'', afirma Dilcéia Quintela, membro da Comissão Nacional dos Movimentos Sociais. Encarregada de coordenar o novo grupo de trabalho, Dilcéia reforçou que o PCdoB ainda precisa desenvolver uma política de princípios e atuação para o meio GLBT.

É nesse sentido que ela chama atenção para as próximas ações. A agenda do grupo de trabalho inclui, em agosto, outra reunião da Comissão Nacional de Movimentos Sociais com os com representantes comunistas do movimento. O partido deve trabalhar para realizar um seminário GLBT até o final de 2007 e um encontro nacional sobre o mesmo tema em até um ano.

Uma aliança de peso
Alemão acredita que o movimento GLBT só pode crescer e se consolidar se houver articulação nacional. ''Ele não pode se bastar em ONGs'', resume, apostando na contribuição do partido. ''O movimento nos ajuda a desenvolver mais a consciência e a incrementar idéias - a atualizar as demandas do povo. Já o PCdoB pode encorajar o movimento a se organizar nacionalmente, construir uma plataforma conjunta e se inserir na luta política dos brasileiros.''

O secretário comunista ressalva que, apesar da reduzida capacidade de mobilização, há ONGs importantes para desenvolver a causa do movimento. ''A parada na Avenida Paulista é um tipo de atividade em que as ONGs jogam papel muito forte.'' Alemão também ressalta iniciativas que ganham volume com o passar do tempo, como o Grupo E-Jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados. O coletivo se projetou com um modesto site e já é um das entidades GLBT mais organizadas de São Paulo.

Presente e influente em diversos movimentos (sindicatos, juventude, movimento comunitário, mulheres, negros, etc.), o PCdoB tenta não perder de vista forças sociais distantes do partido, porém crescentes. ''É muito significativa essa aproximação com o movimento GLBT'', atesta Alemão. ''Agora, falta dialogar mais com outros grupos emergentes, como os ambientalistas.''

(fonte: Vermelho.org.br)
11º edição da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo

"POR UM MUNDO SEM RACISMO, MACHISMO E HOMOFOBIA"


A Avenida Paulista deve receber no próximo dia 10/06, a partir das 13h, cerca de 3 milhões de pessoas. A organização do evento prepara uma mega infra-estrutura de saúde e segurança, além da presença de 25 trios elétricos.

A Parada GLBT é, além de um dia de conscientização, de respeito e de liberdade da diversidade sexual, uma manifestação de reivindicação de direitos do segmento GLBTT. Em 2007, a Parada trás o tema "Por um mundo sem racismo, machismo e homofobia" e reunirá nomes da cena GLBTT brasileira, militantes de organizações não governamentais e da sociedade civil.

Entre os trios elétricos haverá carros simbolizando o combate ao machismo e ao racismo - coordenados pela ONG Católicas pelo Direito de Decidir e pela Rede Afro LGBT - e trios de militância do Fórum Paulista de GLBT e da Visibilidade Trans - coordenados pela APOGLBT.

O mês de junho, mês do orgulho GLBT de São Paulo, contará com seminários, apresentações teatrais, cursos e exibições de curtas metragens, além da tradicional feira Cultural GLBT - que acontecerá no Vale do Anhangabaú - no dia 07 de junho - e a Caminhada Lésbica - no dia 9 de junho. também na Avenida Paulista.
 

Programação:

1º Mix Brasil na Parada e Seleção de Vídeos Documentários "10 anos da Parada GLBT de São Paulo"

Dia: de 05 a 09 de junho - Horário: a partir das 13h

Local: Centro Cultural da Galeria Olido - Avenida São João, 473

Sessões de curtas-metragens exibidos pelo Mix Brasil e seleção de seis filmes inscritos no concurso municipal "Dez Anos da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo".
 

7º Feira Cultural GLBT

Dia: 07 de junho - Horário: das 10h às 22h

Local: Vale do Anhangabaú

Evento gratuito, com aproximadamente 100 tendas dispostas no espaço do Vale, com artigos de moda, livraria, música, design, arte, serviços, alimentação. Parte das cem tendas é ocupada por organizações da sociedade civil e órgãos governamentais que atuam na defesa dos direitos de GLBT.
 

VII Prêmio "Cidadania em Respeito à Diversidade"

Dia: 07 de junho - Horário: das 10h às 22h 

Local: Vale do Anhangabaú

Todo ano, a APOGLBT divulga pessoas, entidades e eventos que se destacaram no respeito à cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. A seleção é feita a partir de consulta a entidades e ao destaque obtido durante o ano por projetos e iniciativas. O prêmio é concedido durante a Feira Cultural GLBT.
 

V Caminhada de Lésbica e Bissexuais de São Paulo

Cidadania, Direitos e Políticas Públicas: por uma sociedade sem machismo, racismo e lesbofobia.

Dia: 09 de junho - Horário: 14h30

Local: Concentração na Praça Oswaldo Cruz - próximo ao Shopping Paulista
 

Peça Teatral "Diário de Minerva"

Dia: 07, 08 e 09 de junho - Horário: 20h

Local: Teatro Paulo Eiró - Avenida Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro/SP

A peça partiu de uma proposta da Caixa Econômica Federal, patrocinadora da XI Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, de trazer um monólogo que trata da questão da transgeneralidade, como ação cultural integrada às ações da XI Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.
 

XI Parada do Orgulho GLBT de São Paulo "Por um mundo sem Racismo, Machismo e Homofobia" 

Dia: 10 de junho - Horário: a partir das 13h

Local: Avenida Paulista - concentração em frente ao MASP (Museu de Artes de São Paulo)
 

Clique para mais informações sobre a programação da Parada do Orgulho GLBT 2007 de São Paulo

A manifestação, organizada pelo Fórum Paulista GLBT e da qual participaram vários grupos do Estado de SP - entre eles o GRUPO E-JOVEM de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados - obteve ampla divulgação da mídia. O recorte acima foi do jornal O Globo. Ao lado, temos a foto que estampou a capa da Folha Online do dia seguinte e, abaixo, a capa do G1 na noite da chegada do papa: Sua Santidade, a multidão de fiéis e os gays. Ainda cobriram o protesto a Reuters e o canal GNT.

Detalhe para o Chesller, do E-jovem, que aparece em todas as fotos (ele é o de cacharrel e gorrinho pretos), para a bandeira gay, que é a do E-jovem e para o cartaz "Jesus Ama os Gays", colocado na bandeira pelo Deco Ribeiro, presidente do grupo. 

Segundo avaliação do próprio Deco, a manifestação foi bem-sucedida. "Conseguimos passar nossa mensagem a milhares de pessoas, distribuímos nossas cartas sobre a laicidade do Estado, a carta dos jovens homossexuais cristãos e fomos até abençoados pelo papa, uma vez que eu e o Chesller estávamos passando pelo Mosteiro de São Bento justamente durante uma de suas aparições - a primeira, aliás."



Últimas matérias:

- Jovens gays cristãos escrevem ao papa
- Ato em defesa do Estado Laico
- Heterossexismo quer impedir políticas de Aids para públicos vulneráveis
- Hipermasculinidade leva jovem ao mundo do crime
- Hebifobia
- Homofobia na Escola
- O Preconceito nas Escolas: A visão de um E-jovem
- Orgulho Viado
- Genocídio Gay
- Adolescentes Gays representados no IV Fórum de Protagonismo Juvenil

Outras reportagens:
Escola
Família
Amigos
Verão
Alistamento
Orgulho
Camisinha
Virgindade
Punheta
Religião
Travestis


 
Você
Sabia?

ue o comportamento homossexual é muito mais natural do que se pensa??

O famoso Dr. Kinsey, autor de "Sexual Behaviour of the Human Male" - estudo que tem fundamentado tudo o que se diz sobre sexualidade masculina desde meados do século passado - afirma em seu livro que o motivo pelo qual homofóbicos se opõe a homossexualidade é bem simples: o medo do crescimento da atividade homossexual. Conclui o Dr. Kinsey que com menos homofobia haveria muito mais homossexualidade. Ao se remover a pressão social que reprime a atração pelo mesmo sexo, o desejo homossexual cresceria e se espalharia naturalmente em larga escala. 
Por outro lado, a heterossexualidade parece estar em baixa: os vultosos recursos investidos pela sociedade e a mídia na promoção da heterossexualidade (vide comerciais de cervejas a bancos) só pode levar a crer que essa é uma orientação pouco atrativa, e que a população tem que ser constantemente bombardeada com os valores heterossexuais para poder se manter nesse rumo...

(Fonte: MiX Brasil)
News


Home | Tema | Fun | Colunas | News | Forum | Apoio | Equipe
© Copyright E-jovem.com 2001-2007. Todos os direitos reservados.
Ter seu nome e/ou imagem publicados neste site não indica necessariamente orientação sexual.
webmaster@e-jovem.com

Clique para o tema desse mêsClique e divirta-se!Clique e confira as novas colunasClique para visitar o forum de depoimentosClique e confira a reportagem do mêsClique para encontrar endereços e telefones úteis