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Grupo
E-jovem firma parceria com o Projeto Purpurina
"Foi uma aproximação de ambas as partes," comenta Deco Ribeiro, fundador do Grupo. "Desde o primeiro encontro do Projeto Purpurina, dia 1o. de julho, vários E-jovens de São Paulo se animaram com a idéia de frequentar um espaço onde pudessem trocar experiências, tirar dúvidas sobre sexualidades e fazer amigos. Quando a Edith me pediu ajuda na divulgação do Projeto, de imediato ofereci todo o nosso apoio. Edith é Edith Modesto, fundadora da Associação, também chamada de GPH - Grupo de PAis de Homossexuais. "Nós agradecemos todo o apoio que o E-jovem puder nos dar e faremos o mesmo com o E-jovem. Eu admiro muito e há muito tempo o trabalho do Grupo," afirmou ela, ao firmar a parceria entre os dois grupos.
"Pelo menos os jovens poderão interagir nesses espaços sem preocupações e sem serem intimidados por seguranças, como acontece em vários encontros em shoppings da capital," diz Deco Ribeiro, citando os Shopings Santa Cruz e Tatuapé. Projeto
Purpurina
Os encontros, que ocorrerão sempre no primeiro domingo do mês, das 15hs às 19hs, acontecem na Rua Rodésia, 213. Neles, os jovens poderão conversar sobre assuntos de seu interesse com a participação de especialistas convidados, além de participar de programa descolados como programas musicais, passeios e filmes. No próximo encontro será exibido uma entrevista do programa Oprah com o ex-governador gay de New Jersey, comentada por Edith Modesto e pelo psicólogo Klecius Borges. Os encontros têm transporte gratuito (sinalizada com o nome do projeto) desde o Metrô Vila Madalena até o local, às 15hs, 15h30 e 16hs, oferecida pela CADS. Chegando lá, os convidados e participantes receberão lanchinhos dos orgazinadores. Sala lotada
na estréia do Purpurina
Histórico
No entanto, em seus quase 10 anos de existência, teve de se adaptar para trabalhar também com os(as) filhos(as) que nos procuram todas as semanas, interessados em saber como conversar com suas mães e seus pais, buscando apoio e solidariedade. Assim nasceu a idéia do Projeto Purpurina, com o apoio do GPH, mas entregue para a realização do AGPH - Amigos do Grupo de Pais de Homossexuais, cujos integrantes são nossos filhos e seus jovens amigos. Público Alvo do Projeto Purpurina: Adolescentes e jovens (13 a 23 anos) gays e lésbicas (que se reúnem em Shoppings e na Alameda Itu, em São Paulo.) Local dos encontros: Rua Rodésia, 213 - Vila Madalena - São Paulo Quando: 05 de agosto de 2007, domingo, das 15 às 19 horas. Objetivos fundamentais: Aproximar os filhos homossexuais de seus pais Objetivos diretos e indiretos: Aumentar a auto-estima dos jovens GLBTTTs, tornando-os menos vulneráveis a perigos como o uso de drogas e a exposição às DSTs e Aids. Atividades que serão desenvolvidas nos encontros: - Fazer amigos (socialização)
- Conversar sobre assuntos do interesse dos jovens homossexuais (escolha
deles), com a
- Participar de atividades lúdicas: cinema, música, teatro,
atrações em geral passeios
- Distribuição de lanche para os participante e sorteio de brindes Responsabilidades
Apoio
Patrocínio
Associação
Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais (www.gph.org.br)
Comunistas lançam grupo de trabalho e preparam encontro GLBT Por André Cintra O PCdoB vai ingressar, de forma organizada, no movimento GLBT. A Comissão Nacional de Movimentos Sociais, reunida no dia 9 de junho, em São Paulo (SP), formalizou a criação de um grupo de trabalho para tratar das questões relativas a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros. Também serão promovidos um seminário e um encontro nacional específicos nessa área.
As deliberações ocorrem um dia antes de São Paulo abrigar sua 11ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trangêneros) - o maior evento do gênero no mundo. A organização da parada espera 3,5 milhões de participantes na Avenida Paulista, a partir das 12 horas deste domingo, sob o lema ''Por um Mundo sem Racismo, Machismo e Homofobia''. O carro número 11, da CUT, contará com a presença de dirigentes como a presidente do PCdoB-SP, Nádia Campeão, e seu vice, Nivaldo Santana. ''Os comunistas sempre foram protagonistas nas grandes frentes de massa, mas estavam atrasados nessa área GLBT'', diz Ricardo Abreu, o Alemão, secretário nacional de Movimentos Sociais do partido. ''Acredito que vamos superar isso rapidamente, em poucos anos. Nossos camaradas que militam nesse movimento são reconhecidos e nos dão boas perspectivas.'' Até hoje, a atuação do PCdoB entre GLBT dependeu, quase que exclusivamente, de iniciativas individuais. Essas adesões vêm de décadas, mas raramente encontrou núcleos específicos, tal como uma frente que foi formada por comunistas de Nova Iguaçu (RJ) nos anos 80. O estatuto partidário, no entanto, destaca a necessidade de atuar em movimentos ''de liberdade de orientação sexual''. Despolitização
''O que nossos companheiros relataram é que o movimento é muito despolitizado e pulverizado. Isso dificulta o diálogo, a construção de opiniões, a unidade de pauta e ações'', afirma Dilcéia Quintela, membro da Comissão Nacional dos Movimentos Sociais. Encarregada de coordenar o novo grupo de trabalho, Dilcéia reforçou que o PCdoB ainda precisa desenvolver uma política de princípios e atuação para o meio GLBT. É nesse sentido que ela chama atenção para as próximas ações. A agenda do grupo de trabalho inclui, em agosto, outra reunião da Comissão Nacional de Movimentos Sociais com os com representantes comunistas do movimento. O partido deve trabalhar para realizar um seminário GLBT até o final de 2007 e um encontro nacional sobre o mesmo tema em até um ano. Uma aliança
de peso
O secretário comunista ressalva que, apesar da reduzida capacidade de mobilização, há ONGs importantes para desenvolver a causa do movimento. ''A parada na Avenida Paulista é um tipo de atividade em que as ONGs jogam papel muito forte.'' Alemão também ressalta iniciativas que ganham volume com o passar do tempo, como o Grupo E-Jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados. O coletivo se projetou com um modesto site e já é um das entidades GLBT mais organizadas de São Paulo. Presente e influente em diversos movimentos (sindicatos, juventude, movimento comunitário, mulheres, negros, etc.), o PCdoB tenta não perder de vista forças sociais distantes do partido, porém crescentes. ''É muito significativa essa aproximação com o movimento GLBT'', atesta Alemão. ''Agora, falta dialogar mais com outros grupos emergentes, como os ambientalistas.''
(fonte: Vermelho.org.br)
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Você
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Sabia? |
ue o comportamento homossexual é muito mais natural do que se pensa?? O famoso Dr. Kinsey, autor de
"Sexual Behaviour of the Human Male" - estudo que tem fundamentado
tudo o que se diz sobre sexualidade masculina desde meados do século
passado - afirma em seu livro que o motivo pelo qual homofóbicos
se opõe a homossexualidade é bem simples: o medo do crescimento
da atividade homossexual. Conclui o Dr. Kinsey que com menos
homofobia haveria muito mais homossexualidade. Ao se remover a pressão
social que reprime a atração pelo mesmo sexo, o desejo homossexual
cresceria e se espalharia naturalmente em larga escala.
(Fonte: MiX Brasil)
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